segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Gratidão!






Há muito tempo que tenho o desejo de escrever sobre a gratidão, essa palavra parece que virou moda,  tenho visto em diversas redes sociais, camisetas, cartazes e por aí vai, mas espero que como tudo que se torna moda um dia cai de moda, isso não aconteça com a gratidão.
Disse que faz tempo que quero escrever mas não conseguia, era uma palavra, um sentimento tão bonito, porém nada me passava pela mente para escrever, até que ontem ouvi uma frase da Clarice Lispector “Até onde posso vou deixando o melhor de mim...Se alguém não viu, foi porque não me sentiu com o coração. “. Primeiro essa frase me emocionou sem nenhuma reflexão, sabe aquela frase que te dá vontade de chorar e você nem sabe ao certo porque. Depois comecei a pensar sobre ela e fiquei um pouco triste, devo confessar, porque comecei a lembrar das tantas e tantas vezes que deixei esse meu melhor, que fiz esse melhor e ele não foi reconhecido, não houve uma retorno, um agradecimento, nada, ele passou em branco, pensei... de que valeu o esforço.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Conto: O Dom



O Dom

Henrique é um garoto normal, como eu, como você, gosta de conversar sentado na calçada da rua com os amigos, de jogar bola no campinho e beber ‘refri’ na garrafa. Como a adolescência está chegando, também tem se interessado por meninas. Não qualquer menina, gostava de pensar que um dia conheceria uma linda, inteligente e que também gostasse de jogos de videogame. Só que, até ela aparecer, paquerava as dá escola mesmo. Porque era o que todos os colegas faziam, e não queria que eles soubessem que ele aguardava a 'tal’ garota.
Mas apesar da vida normal, da aparência normal, de ser igual a todos nós, Henrique tinha um dom, um dom especial.
Não era algo que ele controlasse, apenas acontecia. Muitas vezes isso mudava a vida das pessoas. Ele, eu acho, que nem percebia.
Quando tinha seis anos de idade, um belo dia disse a sua mãe que tinha muitos amigos brincando com ele no quintal de casa, a mãe não deu muita, bola já que sabia que toda criança tem amigos imaginários, porém, os tais amigos​ dele não eram imaginação. Eram reais, mas só ele podia ver. Com o passar do tempo e com as falas do filho a mãe percebeu que algo de diferente acontecia com seu menininho, ele tinha mediunidade.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Motivação nossa de cada dia...



Motivação nossa de cada dia...
Recentemente passei por uma transição no trabalho, a vida ficou tumultuada e o tempo escasso. Horas a mais de trabalho, menos tempo em casa com a família, finais de semana tentando recuperar o que não deu tempo durante a semana. Claro que uma nova colocação no trabalho, exige mais esforço e dedicação, porém esta foi apenas uma desculpa que escolhi utilizar para me afastar da escrita. Sim fiquei, exatos dois meses sem escrever nada, nem uma linha, frase, pensamento, zero.
Mas descobri que essa falta de motivação acontece com todos, com qualquer profissão, em todos os sentidos da vida. Contudo, hoje enquanto procurava um documento, encontrei um texto que me fez repensar tudo isso e voltar a escrever. Vi nele algumas das razões que podem ter me desestimulado e também pude ver uma nova razão para voltar a escrever, contudo o melhor desse texto é que podemos aplicar em todas as áreas de nossa vida. Seja você um escritor ou um cabeleireiro, um motorista ou uma professora, um artista ou um pedreiro. Não importa, o texto fala do que motiva nossa vida. Então me diga você, o que motiva a sua vida¿
Não vou falar das minhas motivações, mas sim de alguns pontos que podem te ajudar se você estiver passando por isso.
Sentir pena de si mesmo - é fator crucial, pode acabar com você em pouco tempo e não te leva a lugar nenhum, sendo assim, acredite na pessoa que você é, naquilo que faz e não deixe a auto piedade tome conta.
Supere suas limitações – cada dificuldade é um degrau para sua evolução, então aproveite e evolua. Se algo não estiver dando certo, recomece de outra forma. Permita-se ir além, talvez você descubra que é capaz de coisas das quais nem imaginava. Somos uma caixinha de surpresa não é mesmo!
Confie em você (na sua criatividade) – confiar é talvez a palavra chave em tudo na vida, se confio vou em frente, se não confio paraliso, desisto. É fator fundamental para todo o mais que pretenda desenvolver na vida. Portanto, escreva com convicção, acorde com convicção, faça e aconteça com convicção.
Seja teimoso – no bom sentido claro, persista, persevere, lute. Talvez, você tenha a sensação de que o mundo está conspirando contra você, que o universo “tá de brincadeira”, pode ser que ele esteja, mas na dúvida teime, teime, teime, se não der certo, teime de novo.
Nunca pare de aprender – se você quiser sentir como é estar morto, desista de aprender, ignore novos conhecimentos, feche sua mente para o que quer que seja. Se for capaz disso entenderá um pouco o que é estar morto. A vida inspira ao novo, se não puder se entregar a ele (o novo) não poderá seguir adiante. Conhece a frase “dê asas a sua imaginação”, bom dê também olhos, ouvidos, boca e tudo o que puder. Permita-se.
O texto falava de muito mais, mas basicamente estes foram os tópicos que me inspiraram. E aqui estou, eu e a escrita. Que nunca me falte - nos falte, motivação para escrever, ler, ver, ouvir, falar, pensar, viver.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O que você deixou para trás quando cresceu?



O que você deixou para trás quando cresceu?
Essa é a minha foto do Desafio Imagem/Palavra do grupo Interative-se

A velha infância aquela que nos fez sonhar, pique esconde, pular corda, correr, gritar. Infância combina com poesia, com letra de música, com fantasia...

Lembro-me de que quando criança não queria crescer, ao contrário da maioria, apertava a cabeça entre as mãos tentando evitar o inevitável - crescer, vi isso num filme e nunca esqueci, nunca funcionou também (felizmente, porque crescer fazia parte).
O que você deixou para trás quando cresceu? Foi a pergunta que me fez pensar na velha infância, a pergunta estava na tela do meu computador numa rede social, não me lembro qual, mas a pergunta não foi esquecida.
Deixei lá no passado, a vontade de ser veterinária. Por que¿ bem por que não queria ver sangue. Ou foi por medo¿ hoje já não tenho certeza.
Deixei alguns amiguinhos, incrível como as “amizades” se perdem com a simples mudança de ano, de série na escola. O mais incrível ainda é que novos amigos sempre vêm.
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