sexta-feira, 28 de abril de 2017

Conto: O Dom



O Dom

Henrique é um garoto normal, como eu, como você, gosta de conversar sentado na calçada da rua com os amigos, de jogar bola no campinho e beber ‘refri’ na garrafa. Como a adolescência está chegando, também tem se interessado por meninas. Não qualquer menina, gostava de pensar que um dia conheceria uma linda, inteligente e que também gostasse de jogos de videogame. Só que, até ela aparecer, paquerava as dá escola mesmo. Porque era o que todos os colegas faziam, e não queria que eles soubessem que ele aguardava a 'tal’ garota.
Mas apesar da vida normal, da aparência normal, de ser igual a todos nós, Henrique tinha um dom, um dom especial.
Não era algo que ele controlasse, apenas acontecia. Muitas vezes isso mudava a vida das pessoas. Ele, eu acho, que nem percebia.
Quando tinha seis anos de idade, um belo dia disse a sua mãe que tinha muitos amigos brincando com ele no quintal de casa, a mãe não deu muita, bola já que sabia que toda criança tem amigos imaginários, porém, os tais amigos​ dele não eram imaginação. Eram reais, mas só ele podia ver. Com o passar do tempo e com as falas do filho a mãe percebeu que algo de diferente acontecia com seu menininho, ele tinha mediunidade.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Motivação nossa de cada dia...



Motivação nossa de cada dia...
Recentemente passei por uma transição no trabalho, a vida ficou tumultuada e o tempo escasso. Horas a mais de trabalho, menos tempo em casa com a família, finais de semana tentando recuperar o que não deu tempo durante a semana. Claro que uma nova colocação no trabalho, exige mais esforço e dedicação, porém esta foi apenas uma desculpa que escolhi utilizar para me afastar da escrita. Sim fiquei, exatos dois meses sem escrever nada, nem uma linha, frase, pensamento, zero.
Mas descobri que essa falta de motivação acontece com todos, com qualquer profissão, em todos os sentidos da vida. Contudo, hoje enquanto procurava um documento, encontrei um texto que me fez repensar tudo isso e voltar a escrever. Vi nele algumas das razões que podem ter me desestimulado e também pude ver uma nova razão para voltar a escrever, contudo o melhor desse texto é que podemos aplicar em todas as áreas de nossa vida. Seja você um escritor ou um cabeleireiro, um motorista ou uma professora, um artista ou um pedreiro. Não importa, o texto fala do que motiva nossa vida. Então me diga você, o que motiva a sua vida¿
Não vou falar das minhas motivações, mas sim de alguns pontos que podem te ajudar se você estiver passando por isso.
Sentir pena de si mesmo - é fator crucial, pode acabar com você em pouco tempo e não te leva a lugar nenhum, sendo assim, acredite na pessoa que você é, naquilo que faz e não deixe a auto piedade tome conta.
Supere suas limitações – cada dificuldade é um degrau para sua evolução, então aproveite e evolua. Se algo não estiver dando certo, recomece de outra forma. Permita-se ir além, talvez você descubra que é capaz de coisas das quais nem imaginava. Somos uma caixinha de surpresa não é mesmo!
Confie em você (na sua criatividade) – confiar é talvez a palavra chave em tudo na vida, se confio vou em frente, se não confio paraliso, desisto. É fator fundamental para todo o mais que pretenda desenvolver na vida. Portanto, escreva com convicção, acorde com convicção, faça e aconteça com convicção.
Seja teimoso – no bom sentido claro, persista, persevere, lute. Talvez, você tenha a sensação de que o mundo está conspirando contra você, que o universo “tá de brincadeira”, pode ser que ele esteja, mas na dúvida teime, teime, teime, se não der certo, teime de novo.
Nunca pare de aprender – se você quiser sentir como é estar morto, desista de aprender, ignore novos conhecimentos, feche sua mente para o que quer que seja. Se for capaz disso entenderá um pouco o que é estar morto. A vida inspira ao novo, se não puder se entregar a ele (o novo) não poderá seguir adiante. Conhece a frase “dê asas a sua imaginação”, bom dê também olhos, ouvidos, boca e tudo o que puder. Permita-se.
O texto falava de muito mais, mas basicamente estes foram os tópicos que me inspiraram. E aqui estou, eu e a escrita. Que nunca me falte - nos falte, motivação para escrever, ler, ver, ouvir, falar, pensar, viver.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O que você deixou para trás quando cresceu?



O que você deixou para trás quando cresceu?
Essa é a minha foto do Desafio Imagem/Palavra do grupo Interative-se

A velha infância aquela que nos fez sonhar, pique esconde, pular corda, correr, gritar. Infância combina com poesia, com letra de música, com fantasia...

Lembro-me de que quando criança não queria crescer, ao contrário da maioria, apertava a cabeça entre as mãos tentando evitar o inevitável - crescer, vi isso num filme e nunca esqueci, nunca funcionou também (felizmente, porque crescer fazia parte).
O que você deixou para trás quando cresceu? Foi a pergunta que me fez pensar na velha infância, a pergunta estava na tela do meu computador numa rede social, não me lembro qual, mas a pergunta não foi esquecida.
Deixei lá no passado, a vontade de ser veterinária. Por que¿ bem por que não queria ver sangue. Ou foi por medo¿ hoje já não tenho certeza.
Deixei alguns amiguinhos, incrível como as “amizades” se perdem com a simples mudança de ano, de série na escola. O mais incrível ainda é que novos amigos sempre vêm.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Como está sua responsabilidade com você mesmo?



Como está sua responsabilidade com você mesmo?

Muitas vezes com a famosa desculpa da “correria do dia-a-dia”, aquela tal “rotina”, deixamos nós mesmos de lado.
Nossa responsabilidade conosco vai desde o que comemos, até o que pensamos. E nesse meio há muito o que se cuidar.
Cuidamos da unhas, cabelo, pele, filhos, marido, casa, amigos e negócios mas não de outras partes tão importantes quanto, como nossa mente, alma e coração (bom, às vezes nem do corpo se quer cuidamos).
E isso é muito perigoso, quando descuidamos de nós mesmos, ainda que para cuidar dos outros, estamos correndo grande perigo. Perigo de cair doente, físico, metal ou espiritualmente, e quando a doença já está instaurada, é sempre mais complicado de se resolver.
Nossa cultura, não preza pela prevenção, a palavra profilaxia foge de nosso vocabulário facilmente, e isso é bem triste.
Esse descuido pode ser reflexo de falta de auto estima, de falta de amor próprio, por isso temos que redobrar nossa atenção no que diz respeito a saúde.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Você merece a vida que deseja



Você merece a vida que deseja


 Você merece a vida que deseja! Eu poderia encerrar aqui este texto, isso se todos realmente acreditassem nisso, mas infelizmente não.
A grande maioria não acredita nisso, não vive isso, nem busca isso. A grande maioria enxerga a vida conforme a lente que estão usando, ou seja, conforme suas histórias passadas. Contudo a vida é feita de presente e futuro, também.
E se torna muito difícil mudar esse tipo de pensamento, de ponto de vista, que normalmente carregamos (ou arrastamos) a vida toda. Talvez você esteja pensando ‘eu não desejo essa vida que tenho, as coisas apenas são assim’, ou ‘eu não desejei esta doença, ser pobre, ser sozinho, ser infeliz’. Com certeza não, você, conscientemente, não buscou nada disso, mas lá no fundo talvez isto esteja ai. Não vou me aprofundar, nessa questão psicológica, mas só tenha consciência de uma única verdade, nada na vida é por acaso.
Ouvi essa frase nas minhas primeiras aulas da faculdade de psicologia, e carreguei isso por muito tempo, achando que acreditava nisso, sem realmente, verdadeiramente acreditar, hoje é diferente, acredito tanto nisso que cada passo meu, cada fala e principalmente cada pensamento são cuidadosamente analisados antes e depois de emitidos. Por que¿ porque, nada, nada mesmo, é por acaso. A vida nos retorna tudo, inclusive aquilo que pensamos.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

SÉRIE FRASES QUE INSPIRAM: comer, rezar, amar



SÉRIE FRASES QUE INSPIRAM
todo mês uma frase de algum filme, livro, música, série irá inspirar o texto do mês e iniciamos nossa série com...

“Comer, Rezar, Amar” 
Um livro da escritora Elizabeth Gilbert e um filme de 2010.

“Quanta gente já ouvi dizer que os filhos são a maior realização e o maior reconforto de suas vidas? São aqueles com quem eles sempre podem contar durante uma crise metafísica, ou em um momento de dúvida quanto a sua relevância – Se eu não tiver feito mais nada nesta vida, então pelo menos terei criado bem os meus filhos.”



Uma vez me perguntaram como era ser mãe, como era sentir esse tal amor de mãe…Bem, eu poderia usar todas as palavras conhecidas, em todos os dialetos possíveis e seria pouco.
Eu acredito que toda mulher nasce com a capacidade biológica para gerar uma vida, mas somente algumas nasceram para ser mãe.
O amor de mãe no meu ponto de vista é “amostra grátis” do que é o amor de Deus por nós. Imagine o quanto você ama seu filho, tudo que você é capaz de fazer por ele: se doar, morrer, qualquer coisa não é¿ agora imagine que Deus nos ama infinitamente mais.
Na verdade minha vida se transformou, novamente, quando eu tive a compreensão deste amor. Desse Deus tão amoroso quanto uma mãe, não como se costuma dizer como ‘amor de pai’, porque Deus nos ama como uma mãe. Sem desmerecer o amor de pai, até porque muitos pais tem o coração de mãe, contudo o amor de mãe é assim incondicional, o verdadeiro amor de mãe é assim, apesar de nossas falhas ele é incondicional. Sendo assim, não dá para imaginar mensurar o amor de Deus.
Quanto aos filhos, o nascimento do meu foi minha primeira transformação; que maravilhoso poder vê-los crescer, cada conquista, cada passo dado e cada ‘primeiros’ de suas vidas, fazem a nossa ter maior significado.
Quando eles nascem queremos ser pessoas melhores, mudamos nossos hábitos, postura de vida e até alguns conceitos e ideais. A vida muda porque eles chegam. A vida muda porque eles nos empurram para frente. A vida muda porque os amamos.
Filhos não são apenas realização ou reconforto, são abrigo e inspiração, são lar e compreensão, são amor e salvação.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

CONTO: A Garota e o Chalé





Ela correu, e correu mais do que imaginava poder, mais do que seu coração podia pulsar. Queria se refugiar em algum lugar, o mais distante possível. Mas nenhum lugar era longe o suficiente, era bom o suficiente, nem mesmo dentro de si mesma, ali somente o caos.
Ela então correu porque era a única coisa que lhe restava fazer e porque assim sentia um pequeno alivio, uma ilusória sensação de que tudo iria passar.
Não passou e ela continuou correndo.
A vida nem sempre é justa, ela pensava, o que ela não imaginava é que pudesse ser responsável por tudo que lhe acontecia.
Afinal fora ela quem decidira mudar de cidade, buscar uma nova vida, crescer profissionalmente e bem longe de suas raízes.
Não que se envergonhasse de onde vinha, mas 31 anos vivendo no mesmo lugar já era o suficiente, para alguém que planejava viajar o mundo, viver uma vida livre, ser livre.
Foi na sua festinha surpresa de aniversário de 31 anos, que ela resolveu dar uma guinada na sua vida. A festa foi toda preparada por sua mãe, que acreditava estar fazendo um grande bem para a filha, que andava muito cabisbaixa nos últimos tempos, desde que terminara mais um de seus relacionamentos. Ela sabia que as intenções de sua mãe eram boas, mas aquilo a fez se sentir uma solteirona encalhada e só piorou a forma como se sentia. Resolveu ali mesmo, na hora em que todos cantavam parabéns que iria se mudar, apagou as velas e no seu íntimo fez este pedido de aniversário, que ela tivesse um novo começo.
Ali correndo, sem parar lembrou desse pedido, e também lembrou de uma frase que sua avó sempre dizia quando ela era criança ‘cuidado com o que você deseja um anjo pode passar e dizer amém’. Talvez tenha sido assim naquele aniversario, um anjo passou e disse amém. Mas ele não entendeu bem o que ela desejou, ela resmungava.

sábado, 21 de janeiro de 2017

SÉRIE SENTIMENTOS: Ingratidão



Série Sentimentos - Vamos falar de sentimentos...
Iniciamos hoje a nossa série sentimentos, todo mês abordaremos um sentimento, falaremos sobre ele e seus efeitos sobre nós.
E já que todos fazem parte, vamos começar por um sentimento que dói fundo, mas nos traz uma grande visão no final de tudo.
Ingratidão
No dicionário
Substantivo feminino
1. Qualidade ou ação de quem é ingrato; falta de gratidão, de reconhecimento.
2. Caráter, propriedade daquilo que não proporciona resultados satisfatórios, que não compensa o trabalho e esforço despendido ou que se mostra difícil e árduo.

Por mais que tentamos dizer que não, lá está ele, agudo e doloroso, passivamente te destruindo. Certos sentimentos às vezes parecem insolúveis.
Quem nunca sentiu o amargo gosto da ingratidão? Não esperamos o retorno quando estivemos ali presente fazendo o que considerávamos ser algo bom (ou talvez até esperássemos), porém, com certeza, não esperávamos o contrário, total e oposto.
A falta de reconhecimento do bem que lhe foi oferecido poderia estar ligado a uma falta de amor próprio, afinal quem não se ama não tem condições de reconhecer o amor alheio que lhe é oferecido.
Também pode-se dizer que quando a pessoa age com ingratidão ele não soube ser humilde o suficiente para ser grato por aquele bem.
O ingrato esquece com muita facilidade, não as coisas ruins, esquece as coisas boas que fizeram por ele.
Todavia, por mais que se busque explicações para a ingratidão do outro, a dor continua lá dentro de nós. Imergindo, sufocando e doendo muito.
Ser grato requer coragem, reconhecer o outro nem sempre é fácil, portanto, há na ingratidão uma covardia desmedida, como há na gratidão um ato de coragem por assumir e reconhecer sua pequenez e grandiosidade ao mesmo tempo. Pequenez na humildade de aceitar do outro um bem, abrir seu coração e simplesmente aceitar; e grandiosidade por reconhecer-se digno de tal ato e dizer obrigado.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Boas notícias!!!



Essa é a minha imagem da blogagem coletiva do grupo Interative-se!  

Boas Notícias!!!

Por vezes sentimos vontade de fugir dá realidade. Dizer para vida cansei das contas, horários, prazos, rotinas,  dores , desilusões e doenças. Cansei das maldades do mundo, da falta de amor e compaixão. Parei com a fome, drogas, vícios, violência, falta de gratidão. Cansei!
Mas penso como seria um mundo ideal sem todas essas coisas ruins, desagradáveis e irracionais?
Numa utopia total, seria o paraíso. Mas será que o paraíso existe?
Para os espíritas existe sim um lugar, após a morte, de acolhimento que se aproximaria muito desse tal paraíso, Chico Xavier em seus livros o nomeia como Nosso Lar. Muitos filmes retratam o paraíso como um lugar todo ensolarado, de paisagens belas, campos abertos, pessoas felizes correndo de branco, em plena harmonia.
Um lugar de renovação espiritual, de felicidade, de busca de equilíbrio, de amor e muita paz é o que desejamos.
Mas até chegar esse momento (e espero que demore muito, muito mesmo), será que não podemos ter um pedacinho desse céu, dessa plenitude, aqui mesmo, na terra?
Acredito que sim, quer dizer já tivemos um paraíso e o perdemos, segundo a Bíblia, e na verdade o perdemos e o ganhamos todos os dias. O perdemos quando mentimos, magoamos, ferimos o outro, quando não reconhecemos nosso valor ou simplesmente não fazemos o bem a nós mesmos ou ao outro. Mas, em meio a essa perdição, nos restou nosso paraíso pessoal àquele que reside dentro de cada um de nós.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Resposta a garota do face

Resposta a garota do face

Certa vez li em uma página do Face, uma garota perguntando o que ela deveria escolher, pois havia sido aconselhada a procurar um trabalho que rendesse dinheiro e não seguir seu sonho, se esse não lhe rendesse dinheiro.
Fico pensando o que leva uma pessoa a dar esse tipo de conselho para alguém que está iniciando a sua vida ou sua carreira profissional: desilusão, mágoa, inveja talvez.
Na época não dei nenhuma resposta naquela página, àquela garota do Face, mas hoje gostaria de dar essa resposta e quem sabe essa resposta chegue até ela ou a tantos outros que, por vezes, podem ter as suas dúvidas quanto a isso.
Eu diria a ela...
Você já leu o livro Comer, Rezar, Amar (o livro, não o filme, que também é bom, entretanto, não ilustra a grandiosidade de conteúdo do livro). Lá a protagonista e autora Liz, conhece um xamã chamado Ketut, que lhe mostra um desenho, quando ela pergunta como faz para viver neste mundo e desfrutar de seus prazeres e ao mesmo tempo se dedicar a Deus.
Ketut mostra esse desenho, uma figura andrógina, em pé, com quatro pernas, uma samambaia no lugar da cabeça e em cima do coração um rosto sorridente.
O que ketut quis dizer a Liz foi que para ter equilíbrio na vida precisamos manter os pés plantados, e bem firmes, no chão e deixar de ver o mundo com a cabeça, mas sim com o coração.
E é exatamente isso! Siga seu coração, mas sem tirar os pés do chão.
Se seu sonho parece fantasioso, distante, impossível ou simplesmente não rende dinheiro, coloque os pés no chão, ou seja, busque formas práticas, concretas e reais de torná-lo viável. Mas nunca deixe de olhar para ele com os olhos do coração, ou seja, siga sua intuição, seus desejos, suas metas.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Entender

Esse é o tema da blogagem coletiva do grupo Interative-seMinha palavra é ENTENDER...




Entender os fatos da vida não é nada fácil, por diversas vezes me pareceu impossível, mas entender é preciso. Como entender quando se perde alguém querido, ou quando não se consegue aquela almejado emprego, ou ainda quando o seu amor se vai¿ Entender é um dos nossos maiores desafios.
Mas e quando a situação não tem razão alguma, é algo ilógico, sem fundamento ou parece impossível de se entender. Bom, aí só podemos aceitar e seguir. Primeiro tentamos entender para depois ter condições de aceitar.
Acredito que entender e aceitar são sinônimos, andam juntos, a todo momento, jamais você poderá entender se também não aceitar de alguma forma aquilo, e jamais terá total aceitação se ao menos não puder entender que não entende nada daquilo (que para mim já é uma forma de entendimento – entendo que não entendo nada e pronto, entendeu¿!).
Lembro-me de quando não aceitava as coisas facilmente, quando acreditava que algo, alguém ou todos estavam contra mim, não aceitava perder, ser contrariado, ser vencida ou qualquer coisa que me colocasse para baixo. Porém, sempre me achando vítima, ou indigna de receber méritos. Poucas vezes me reconhecia vencedora, digna de glórias. Tudo por que eu simplesmente não entendia.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Siga seu coração



Siga seu coração

“Tem cérebro na cabeça e pés para caminhar, pode seguir a direção que seu coração mandar”

Uma vez ouvi essa frase em um filme, achei interessante como certas verdades são óbvias demais para levarmos a sério.
Na época eu fazia o oposto total de seguir meu coração e isso me fazia mal. Mas por alguma razão, guardei a tal frase na memória. Não era infeliz, mas não era feliz, eu seguia a vida e achava que aquilo bastava. Acho que sobrevivia, mas não vivia. E por culpa de quem¿ minha e de ninguém mais... E não é bem assim que deve ser.
Sempre li os livros do Paulo Coelho e pensava “ah mas ele vem de família de dinheiro e assim fica fácil sair por ai viajando o mundo e dizer que está seguindo seu coração.”
Sinceramente ainda não me vejo viajando pelo mundo, não por que não possa, mas por que ainda tenho compromissos que não me permitem. Mas isso logo vai se resolver, e daí, Caminho de Santiago aí vou eu, ou Londres talvez, quem sabe Irlanda que é belíssima, pode até ser Porto de Galinhas para começar, todos estão nos planos.
O importante é que, antes eu nem se quer cogitava isso, me parecia impossível. E usava a desculpa da falta de dinheiro para me esconder atrás de um grande e enorme medo de seguir meu coração.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

E-book : Jornada de 10 Dias - Um encontro com você mesmo






O meu primeiro E-book acabou de ficar pronto, para ter acesso gratuito, basta deixar seu e-mail nos comentários, ou solicite enviando um e-mail para:

pattycarvalho63@gmail.com

Ele foi feito com todo carinho, espero que gostem!
E não deixem de ler os outros posts e comentar

domingo, 1 de janeiro de 2017

UMA CARTA PARA O ANO QUE PASSOU



UMA CARTA PARA O ANO QUE PASSOU


Querido 2016,

“Olho para você com os olhos da gratidão, você me trouxe tudo que poderia haver de melhor, novas conquistas e uma nova chance de recomeçar e crescer como pessoa, foi durante a nossa jornada juntos que pude descobrir o amor em suas várias formas.
Claro, as vezes você me deu uma bela puxada de tapete, me fez parar obrigatoriamente e ver que eu estava indo rápido demais, superficial demais, infeliz demais, para quem tudo têm. Eu te agradeço, também, por isso e te perdoo, porque aprendi. As pessoas no geral e eu me incluo ai, não gostam de certas surpresas, principalmente aquelas as quais não temos controle, e se envolver pessoas queridas ai você abusa não é mesmo. Mas acredito que você não faz por mal, se tudo tem um porquê com certeza o que vivi me ensinou algo, e você só quis me ajudar, e sendo assim eu posso e devo te perdoar. Perdão, este, que nasce do meu desejo de acolher um novo ano, que para nascer precisa do solo fértil sem resquícios do passado...”

Se tivesse de mandar uma mensagem para o ano passado, seria mais ou menos assim, dizendo o quanto sou grata porquê aprendi, apesar e por causa das dores, dos sustos e dos sofrimentos, tive perdas mas tive ganhos, e no fim o ano que passou me ensinou a perseverar, criou em mim o desejo de recomeçar e me deu forças para isso. Talvez para você o ano não tenha sido bom, mas não olhe para seu passado com os olhos da amargura, da tristeza ou do ódio até, ele passou e com certeza te ensinou algo. Você parou para prestar atenção nele. Você lhe deu uma chance. Pare. Pense. Se auto analise, e se mesmo assim ainda pensar que este ano não foi bom o suficiente para lhe dizer obrigado, diga que o perdoa, abra seu coração para o novo ano que se inicia com uma brecha para renovação, e só podemos renovar quando nos livramos do velho, quando aliviamos o peso.
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